O risco de contrair AIDS entre gays é 19 vezes maior, diz pesquisa

Segundo pesquisa realizada pela UNAIDS - Programa Conjunto das Nações Unidas sobre DST/Aids - e divulgada na Conferência Internacional de Aids, na Cidade do México, onde 20 mil especialistas estão reunidos, homens que fazem sexo com homens são 19 vezes mais propensos a contraírem o vírus HIV do que a população em geral.

Em países como a Bolívia, esse risco é de 179 vezes maior.
O estudo alerta para as poucas políticas específicas para o grupo.
A pesquisa foi realizada com base em relatórios de 128 países que participam do UNAIDS.
Dessas nações, 44% ainda não realizam dados específicos sobre gays ou bissexuais.
Os especialistas, que participam da conferência, concluíram que governos internacionais não souberam lidar com a questão do crescimento do vírus HIV entre homens que fazem sexo com outros homens.
A curiosidade da pesquisa é o risco entre parceiros homosexuais do sexo masculino.

Quero deixar bem claro de que não faço apologia anti-gay ou a qualquer tipo de discriminação sexual. Tenho amigos gays e tenho por qualquer um deles irrestrita consideração e respeito.
Da mesma forma, considero aceitável o uso de drogas e da liberdade de escolha da maneira de viver, mas tenho por obrigação divulgar aquilo que vai de encontro aos interesses dos GLTS (gays, lésbicas, trans e simpatizantes), como da população como um todo.


Ser gay, sob um ponto de vista livre da hipocrisia nunca foi uma opção sexual, mas uma tendência psico-hormonal que ocorre com a maioria daqueles que não conseguem sequer sentir atração pelo sexo oposto, portanto, um caso clínico e especialmente por este motivo deve ser desprovido de qualquer tipo de discriminação, ou seja, não é "semvergonhice" como se costuma preconizar os desconhecedores e desavisados.

Acredita-se na possibilidade de recuperação da tendência a interessar-se somente por pessoas do mesmo sexo, entretanto às custas de muito esforço e desejo real de querer ser heterosexual.

Fica aqui o aviso de que tal terapia está já ao alcanse de quem assim o deseja.

Particularmente, considero perfeitamente factível um homosexual tornar-se heterosexual, quando as polaridades invertidas são observadas no comportamento entre homens e mulheres.

Fazer o papel passivo com uma mulher é, ao meu ver perfeitamente natural e aceitável, uma vez que existem mulheres ativas e que adoram o papel dominador na cama.

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