A Sexualidade Sem Traumas
O mais importante na vida é ser feliz e estar em paz consigo mesmo e o universo.
Tudo que se faz na vida deve estar associado ao prazer, ao bem estar e à harmonia.
É importante frisar que não fazemos apologia à escolha da sexualidade, tampouco coadjuvamos com conceitos pré estabelecidos de qualquer espécie. Cada qual tem o direito de pensar como queira e de encontrar a sua felicidade segundo seus próprios critérios, livre de quaisquer influências.
Alguns questionam: Se fosse uma questão única e exclusiva de opção, por quê, então não nascemos hermafroditas?
Desejoso de estudar o assunto sob o ponto de vista da ciência, psiquiatra norte-americano diz que sim, com muito esforço pessoal é possível tornar-se heterosexual.
Vamos abordar o tema sob os pontos de vista da pasicologia e da ciência convencional e sob o ponto de vista da ciência holística.
Uma pesquisa apresentada pelo psiquiatra Robert Spitzer, da Universidade Columbia, afirma que os homossexuais podem tornar-se heterossexuais, se tiverem "disposição para isso". Para sustentar essa tese, ele mostrou o resultado de um estudo realizado com 200 gays que tinham procurado ajuda para mudar de orientação sexual.
Pelos dados de Spitzer, 66% dos homens e 44% das mulheres conseguiram de fato. Seus colegas ficaram estarrecidos, pois desde os anos 70 a psiquiatria americana aceitou como dogma a tese de que terapias para mudar a orientação sexual carecem de bases científicas. Isso porque não se chegou ainda a uma certeza sobre a origem da homossexualidade. A maioria dos cientistas até acredita que a biologia possa ter papel determinante, o que dificultaria ainda mais os esforços de quem quer deixar de ser gay.
Spitzer é um cientista acima de qualquer suspeita de animosidade anti-gay. Professor de uma das mais importantes universidades do país, ele presidiu a comissão que tirou o homossexualismo da lista de doenças mentais da Associação Americana de Psiquiatria, em 1973. A decisão foi seguida por psiquiatras de todo o mundo e ajudou a mudar o comportamento dos homossexuais. Com o aval científico de que não sofriam de uma patologia médica, eles puderam reivindicar sua aceitação pela sociedade na condição de gays.
Vários cientistas já tentaram, sem provas conclusivas, demonstrar a origem genética do homossexualismo. A maioria acredita que o comportamento humano é muito mais complicado que um simples destino genético. Sob esse ponto de vista, é possível que o homossexualismo seja o resultado de alguma combinação de genes e fatores ambientais, provavelmente diferentes para cada indivíduo.
Reconhece-se altos índices de gays desejosos de tornarem-se heteros de verdade, sobretudo entre os homens, frente aos altos índices de fracasso dessas tentativas por meio de terapias baseadas em modelos moralistas e religiosos.
Será o bastante para alterar o objeto da atração sexual mudar apenas o fator ambiental? Muitos grupos religiosos consideram o homossexualismo um pecado e pregam a conversão como forma de salvação. O primeiro a lançar a idéia foi Frank Worthen, um ex-gay americano. Em 1976, depois de ter encontrado na Bíblia a solução para seu homossexualismo, ele fundou a Exodus, uma instituição multinacional com 135 filiais em todo o mundo para converter os gays. A Exodus declara ter convertido 300.000 pessoas, com índice de sucesso (isto é, sem recaídas) de 30%, com aconselhamento teológico e instrumentos de auto-ajuda baseados em grupos como os Alcoólicos Anônimos. O problema é que, com freqüência, vários líderes da entidade se enquadram nos outros 70%. O mais famoso é John Paulk, que se tornou uma espécie de garoto-propaganda da causa. Homossexual e travesti desde a adolescência, ele há três anos abandonou aquilo que a Exodus chama de "estilo de vida gay" para se transformar num pai de família, casando-se com uma ex-lésbica. No ano passado, Paulk, então presidente da entidade nos Estados Unidos, foi flagrado num bar gay de Washington, acompanhado de outro homem. Pediu desculpas, mas acabou defenestrado da presidência da Exodus.
Casos como o de Paulk colocam em dúvida se é realmente possível deixar de ser gay. O caminho está atulhado de tentativas fracassadas e não há consenso sobre a eficácia de alguma forma de terapia. "São verdadeiras lavagens cerebrais que induzem as pessoas a negar sua sexualidade", diz a psicóloga paulista Ana Bock, presidente do Conselho Federal de Psicologia. "O que se explora é o sofrimento causado pela discriminação, e nem sempre as pessoas querem deixar de ser homossexuais, apenas querem se livrar do preconceito." Nesse assunto movediço, é possível também encontrar quem tenha passado pela experiência e não se arrependa. João Luiz Santolin, coordenador do Movimento pela Sexualidade Sadia (Moses), uma entidade brasileira criada nos moldes da Exodus, converteu-se aos 18 anos e vive há dezessete "limpo". "Não penso mais naquilo, sou uma pessoa normal. Afinal, quando era criança, eu gostava de pipa e futebol como qualquer outro homem", diz ele. "Ninguém nasce homossexual e qualquer um pode largar esse vício." A coordenadora da Exodus brasileira, Rosângela Alves Justino, pensa da mesma forma. "Trata-se de um pecado, como a prostituição e o adultério", prega.

Qual a visão da Terapia Holística?
Psicoterapêutas holísticos afirmam que através da canalização adequada das energias yin e yang é possível reverter a situação. Entretanto enfatiza-se o fato de que só se consegue obter resultados caso haja real interesse do paciente em tentar mudar sua condição.
Segundo a visão oriental, sobretudo chinesa e hindu, somos canalizadores de energias diversas, todas com polaridades masculino-feminina, conhecidas como Yin e Yang atuantes desde o que diríamos dimensões psíquicas até sua manifestação na matéria (o corpo físico) com todas as implicações de natureza atrativo-repulsiva.
A Tantra-Yoga possui excelentes mecanismos facilitadores de recuperação desse processo, aliada ao desejo de querer amar uma pessoa do sexo oposto, pois a natureza já proveu o corpo humano dos órgãos apropriados para isso.
Somos conhecedores da possibilidade de auxílio até espiritual. Há casos de verdadeiras mudanças de sexo, notadamente observadas em casas espirituais. Mas este assunto é deveras polêmico e restrito somente àqueles que verdadeiramente desejam ser auxiliados.
Traumas com o sexo oposto oriundos de vidas passadas ou herdados de nossos antepassados - estudados em TVP (terapia de vidas passadas) podem também dificultar uma conexão heterosexual harmoniosa, notadamente em pessoas que sentem verdadeira apatia em relação ao sexo oposto.
Quando há um incômodo por ser gay é necessário que a pessoa procure um terapêuta holístico adequado, pois tudo está ao alcance de quem sinceramente deseja tal recuperação.
Entretanto, de todos os fatores determinantes deste processo de cura é a vontade da pessoa, contra a qual nenhum método é eficaz.
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