Transtorno de Personalidade Esquizóide Tem Solução?

No pós pandemia verificou-se um aumento enorme de portadores deste transtorno de um retraimento da expressão empática, do convívio e da troca afetiva, gerando pessoas distantes, inseguras e aparentemente frias emocionalmente.

No caso de um simples retraimento social a pessoa se permite ao reajuste, à reintegração. Quando se nega, então estamos falando de TPE pós pandemia. 

Tanto no Retraimento Pós pandemia, como nos casos de TPE consolidado há tratamento, embora por diferentes procedimentos.

Se a pessoa quer retomar os contatos, mas sente dificuldade → retração pós-pandemia.

Se a pessoa não quer mais contato e se sente indiferente → traço esquizoide consolidado.

Vamos focar neste post no TPE.

Acontece que nosso cérebro tem a tendência a se moldar a novas realidades com certa facilidade, ativando certas funções neurológicas, mesmo que isto implique em sacrifício de outras funções.

Porém, o grande perigo é manter este padrão por muito tempo. Ele tem também a tendência à manter-se nesta zona de conforto, se não for estimulado, se nada for feito para gerar essa mudança.

Neste particular, quero compartilhar com você que os transtornos de personalidade possuem causa metafisica, a ciência ainda nao aprendeu ler o inconsciente, pois nega o invisível.

Porém, é entendido em milhares de sessões de desobsessão, bem como de técnicas terapêuticas como a captação psíquica e a hipnoterapia e a apometria - técnicas que acessam o inconsciente e as memórias de seus pacientes - são oriundos de traumas de infância ou de vidas passadas.

O TPE em especial refere-se à necessidade de retrair-se afetivamente, de negar o afeto, o contato, sobretudo cinestésico, ou seja o carinho, o toque, bem como qualquer demonstração de afeto ou empatia, por medo de sofrer, ou ainda por culpa.

Por medo, por que em algum momento entendi que qualquer aproximação afetiva é proibida, falsa, negada ou desmotivada por representar perigo. Em alguns casos por representar-se como impuro ou traumático, ou ainda, desnecessário.

O TPE, assim denominado pela psiquiatria, pode afetar em muito a evolução do contato e a interatividade social, em prejuízo do paciente, embora de pouco risco de atrito. 

Porém, Sim, é possível fazer reprogramação mental e emocional no esquizoide, mas ela precisa respeitar algumas particularidades, porque a estrutura esquizoide é defensiva, retraída e desconfiada.

O cérebro do esquizoide criou caminhos neurais de proteção (fuga, retração, evitação).

A reprogramação é possível porque o cérebro mantém neuroplasticidade ao longo da vida.

Mas não pode ser feita com pressão direta (“abra-se, confie, ame”), pois isso ativa a amígdala e reforça a defesa
O ideal é um processo lento, indireto, de segurança progressiva.

Numa visão metafisica, um sensitivo percebe que o esquizoide costuma ter o chacra cardíaco retraído e a aura contraída.

A reprogramação pode atuar em comandos que visem cancelar padrões de abandono, medo e culpa, ativando novas programações de auto-acolhimento, segurança e abertura para o amor incondicional, adaptando a sessão a cada realidade do paciente.

Sessões apométricas podem atuar em vidas passadas de rejeição/abandono que geraram esse padrão.

Importante trabalhar limpeza de laços de dor com figuras parentais.

Numa visão espiritual, o esquizoide precisa sentir pertencimento sem invasão.

Reprogramações espirituais devem focar em:
Segurança interior: “Sou completo em mim e posso escolher me abrir sem perder quem sou.”

Conexão gradual: “Posso me aproximar dos outros no meu tempo e ainda assim estar protegido.”

Práticas de meditação guiada, mantras e florais facilitam a dissolução das couraças.

Florais indicados:

.Water Violet (Bach): abre suavemente para contato humano.

.Star of Bethlehem (Bach): cura traumas de rejeição.

.Larch (Bach): fortalece autoconfiança.

.Floral Saint Germain – Aloe: ajuda na rigidez e isolamento.

Resumindo:
Sim, a reprogramação é possível.
Precisa ser suave, gradual, sem invasão.
Trabalha segurança, acolhimento, pertencimento em vez de forçar abertura.
Combinar neurociência (novos hábitos sociais), apometria (limpeza de registros), espiritualidade (expansão áurica) e florais potencializa muito.

Assista nosso vídeo no YouTube:
https://youtu.be/BuBDmJdegZU?si=y0AzZDS0AK3aew7u

Douglas Ghimell
Terapeuta e Coach Holístico 

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